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O Ministério da Destruição

O Ministério da Destruição Por Maíra Bahia. Idealizadora do Atitude Social Já/ Especialista em Projetos Sociais e Direitos Humanos/ Ativista Socioambiental.
Em 05/06/2020

Não causa espanto ver o descaso do governo atual com o meio ambiente, quando se percebe cada vez mais, que trata-se de um governo que tem descaso até com as pessoas. O Ministério do Meio Ambiente tenta fragilizar as leis ambientais, toda a estrutura já legalizada e formulada que garante os direitos desse segmento. Aqui, listamos ações e ideias do ministério que mais age como destruidor do meio ambiente que como um órgão que zela pelas sua saúde.

- Desestruturação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), com perdas de autonomia de técnicos e de segurança em campo a fiscais ambientais;

-flexibilização e redução das multas por crimes ambientais;

- transferência do Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura;

- recriminação de fiscais ambientais que antes, respaudados legalmente, destruíram equipamentos apreendidos utilizados por madeireiros e garimpeiros ilegais;

-liberação excessiva de agrotóxicos, sendo alguns deles proibidos em outros lugares do mundo;

- posicionamento contrário ao Acordo de Paris;

- visão do presidente e consequentemente, governamental de que o indígena deve viver da mesma forma que a população não indígena urbana;

- propostas para mitigação de terras indígenas e áreas remanescentes de quilombos;

- aumento da violência no campo e aos indígenas e nenhuma medida do governo para reverter essa situação;

- Nenhuma medida diante do desmatamento da Floresta Amazônica.

- Apoio a grileiros na apropriação ilegal de terras.

E o maior de todos os erros é o do próprio ministro ser a favor do agronegócio e não do meio ambiente.